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Entrevista com Mario Ruiz Carmona
Retrato (Retrato, 2004) Diretor: Carlos Ruiz Carmona Apresentação: É comum pensar em como as gerações passadas viviam sem as comodidades que nós disfrutamos hoje em dia, mas poucos são capazes de descobrir a verdade e compartilhar ela com o mundo. Mergulhe na Espanha do passado com um comovedor documentário sobre uma geração que lutou para arar o caminho para seus herdeiros em Retrato. Dirigida por Carlos Ruiz Carmona, Retrato representa a geração inteira do seus pais, tendo eles como os protagonistas de essa comovedora história. Encaixado na geração da pós-guerra, o documentário mostra um casal educado sob “até que a morte os separe “da igreja, exemplo de uma geração seguidora das tradições. O diretor logra construir um relato catártico no qual os seus pais estão absolutamente imóveis e sozinhos com frequência. As imagens quase fotografias em branco e preto, com vozes cálidas e comovedoras contando a sua história, revelam a vida de milhões de famílias espanholas formadas por casais como no filme.
Ganhador do prêmio como melhor documentário espanhol no Festival Documental Madrid 2006, Retrato faz uma reflexão sobre as aspirações na vida e motiva aos espetadores cumprirem os seus sonhos contrario de estar atrapalhados em uma espiral de desejos irrealizáveis. Com uma mensagem que pode estar em relação com o filme Veronika decide morrer, de Paulo Coelho, esse documentário promete acordar algumas almas dormidas para que curtam de uma vida nova e cheia de emoçã. Sinopse: Fotos familiares, lembranças, paisagens e cenas da vida cotidiana constituem o retrato de uma atitude e uma forma de vida. O retrato de uma geração onde o matrimônio se junta com a miséria e a opressão marcada pela herança da Guerra civil espanhola. O retrato de um homem e uma mulher, suas preocupações, seus sonhos, suas decepções, suas experiências e seus sentimentos. O retrato da identidade, da origem, da memoria e da vida como um quebra-cabeças para resolver. As vezes um retrato confuso, quase manchado como as lembranças. Um retrato no qual as expressões faciais questionam o passado, o presente e o futuro, no debate da vida mesma. Um retrato para responder quem somos nós e porque estamos aqui? |

