5 Diretores Britânicos que Começaram em Filmes Independentes

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5 Diretores Britânicos que Começaram em Filmes Independentes

Paul Greengrass

Nascido em agosto de 1955 em Surrey, Inglaterra, Paul Greengrass é um diretor de cinema britânico, roteirista e antigo jornalista. Iniciando a sua carreira na ITV (uma das redes comerciais televisivas mais importantes do Reino Unido) como diretor nos anos 80, ele depois mudou para produções de TV de pequeno orçamento e cinema independente. Sua grande oportunidade apareceu depois de dirigir Bloody Sunday em 2002, que recebeu o prêmio de Melhor Diretor no British Independent Film Awards, também premiado no Sundance Film Festival. Seguiram-se filmes mais comerciais; Greengrass dirigiu dois filmes da série Bourne, The Bourne Supremacy (2004) e The Bourne Ultimatum (2007), assim como United 93 (2006), pelo qual ele ganhou um Prêmio BAFTA para Melhor Diretor e foi nomeado pela Academia para um Prêmio de Melhor Diretor. Ele também dirigiu Green Zone (2010) e Captain Phillips (2013), que recebeu seis nomeações dos Prêmios da Academia, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante.

Jan Dunn

Jan Dunn é uma roteirista amplamente premiada e diretora independente de filmes, cujas raízes começaram como atriz de teatro. O seu primeiro longa metragem foi estreado em 2005, chamado Gypo, estrelando Paul McGann e Pauline McLynn, que venceu um um British Independent Film Award para Melhor Produção. Este foi o primeiro filme britânico realizado sob as regras Dogme 95. Depois veio Ruby Blue, outro vencedor de prêmios internacionais, incluindo melhor Filme de Narrativa (Grande Prêmio do Júri no Washington DC Independent Film Festival) e o Moonstone Independent Spirit Award para Melhor Diretora, entre outros prêmios. Ela depois lançou O Chamado, cuja jovem protagonista ganhou o prêmio de revelação Trailblazers Best Newcomer Award na sua estreia no Edinburgh International Film Festival; o filme foi lançado nos Estados Unidos em fevereiro de 2014.

Stephen Frears

Um dos diretores britânicos mais aclamados da atualidade, Stephen Frears iniciou sua carreira como diretor assistente na the BBC. Na última metade da década de 1980, Frears alcançou a atenção internacional como diretor de longas-metragens. Seu filme de estreia foi a comédia de detetives Gumshoe, mas foi a sua direção em My Beautiful Laundrette que inesperadamente logrou uma atenção mais ampla. Depois disso, ele continuou trabalhando tanto no cinema comercial e independente, com produções de sucesso como Dangerous Liaisons, que recebeu numerosos prêmios da Academia e nomeações BAFTA (o próprio Frears foi nomeado para o Prêmio de Melhor Direção BAFTA), e The Queen, que alcançou uma enorme ovação da crítica, sendo sucesso de bilheteiras e de prêmios. Seu último filme, Philomena, foi nomeado em quatro categorias no 86º Oscar da Academia.

Kevin Macdonald

Nascido na Escócia em 1967, Kevin Macdonald iniciou sua carreira com uma biografia do seu avô, A Vida e a Morte de um Roteirista (1994), o qual ele tornou no documentário, The Making of an Englishman (1995). Ele continuou realizando documentários, tais como One Day in September (1999), sobre o assassinato dos atletas israelitas nas Olimpíadas de Munique de 1972, e Touching the Void (2003), sobre a tentativa desastrosa de Joe Simpson e Simon Yates de escalar o monte Siula Grande nos Andes Peruanos em 1985. Essa produção foi descrita pelo jornal The Guardian como “o documentário mais bem-sucedido na história do cinema britânico.” Kevin Macdonald ganhou o reconhecimento mundial com o filme vencedor do British Independent Film e ganhador de um Oscar da Academia, The Last King of Scotland (2006).

Ken Loach

Ele é provavelmente um dos maiores diretores britânicos de todos os tempos e uma figura incontornável do cinema independente. Nascido em junho de 1936, Ken Loach iniciou sua carreira dirigindo pela BBC, com dez contribuições para a série de antologia da BBC Wednesday Play, que inclui os documentários dramáticos Up the Junction (1965), Cathy Come Home (1966) e In Two Minds (1967). Apesar do seu sucesso, especialmente com seu filme Kes de 1969, seu estilo de direção naturalístico e social-realista provocou a censura de alguns de seus filmes e manteve-o longe dos holofotes por uma década. No entanto, nas décadas de 1980 e 1990 chegaram a produção em série de obras amplamente aclamadas pela crítica, tais como Hidden Agenda, Carla's Song, e Land and Freedom, que contém uma sequência quintessencial de Loach de uma discussão política de 12 minutos entre moradores de uma vila. Durante esse período ele também foi premiado no Festival de Cinema de Cannes em três ocasiões. Nos anos mais recentes, Looking for Eric foi um dos seus filmes mais bem-sucedidos – seu elenco inclui o antigo futebolista profissional Eric Cantona e o antigo baixista dos The Fall, Steve Evets.

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