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As duas vidas de Andrés Rabadán: A sublimação das pulsões na teoria psicanalítica
As duas vidas de Andrés Rabadán (Les dues vides d'Andrés Rabadán, 2008) Diretor: Ventura Durall Apresentação: Andrés Rabadán é um assassino de sangue frio. Ele começou com o seu próprio pai, que assassinou sem hesitação nem remorso. Anos mais tarde, tentou destruir centenas de vidas descarrilando três trens. Milagrosamente, não houve vítimas, mas o povo assombrado ainda se pergunta como isso aconteceu. Agora, o Eurochannel convida você para tentar entender a mente criminosa mais intrigante da Espanha. Após sua captura, Andrés Rabadán não deu nenhuma explicação sobre seus terríveis atos. Durante o julgamento, foi diagnosticado com esquizofrenia paranóica e sentenciado a 20 anos de prisão psiquiátrica. Incapaz de escapar, Rabadán teve muito tempo livre para analisar seus próprios e incompreensíveis motivos. Gradualmente, o assassino aprendeu sobre o funcionamento de sua própria mente e lembrou que foi abusado, várias vezes, por seu próprio pai enquanto, ainda menino, lutava para esquecer a tragédia do suicídio de sua mãe. Depois de numerosas tentativas falidas de fuga e de suicídio, Rabadán encontrou, finalmente, uma maneira de lidar com sua raiva destrutiva: por meio da arte. Sinopse: Onze anos após matar seu pai e descarrilar três trens, Andrés Rabadán (Alex Brendemhül) planeja escapar do asilo onde está preso. No entanto, a chegada de um novo psiquiatra faz com que reconsidere sua fuga. Sem nenhum lugar para ir, Rabadán tem de enfrentar sua agitação interna e identificar as tragédias do passado que o levaram a se tornar o monstro que é hoje. Trivialidades: • As duas vidas de Andrés Rabadán é baseado em uma história verdadeira. O senhor Rabadán também tem os créditos de co-roteirista do filme.• Os atores Andrés Herrera e Clara Segura ganharam os prêmios de melhores atores coadjuvantes e o ator Alex Brendemhül ganhou o prêmio de melhor ator nos prêmios Gaudí da Escola Catalã de Cinema. As duas vidas de Andrés Rabadán: A sublimação das pulsões na teoria psicanalítica |


