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Charlotte Corday e o Assassinato de Jean-Paul Marat (Charlotte Corday: L’assassinat de Marat, 2008) Um dos acontecimentos político-sociais mais importantes da contemporaneidade, a Revolução Francesa provocou uma série de mudanças não só na França, mas em todo o mundo, e foi palco de grandes acontecimentos. A atmosfera turbulenta do período é pano de fundo do filme Charlotte Corday e o Assassinato de Jean-Paul Marat (Charlotte Corday: L’assassinat de Marat, França, 2008). Adaptação do livro de Jean-Denis Bredin, o filme revela o contexto e a repercussão do assassinato de Jean-Paul Marat, pela jovem da aristocracia francesa Charlotte Corday D’Armont. O jornalista Marat pertencia à facção dos jacobinos, que pretendia acabar com a nobreza. Em oposição ao seu grupo, os girondinos lutavam por um acordo entre os monarcas e os revolucionários. Com a decapitação do rei Luís 16, Marat se tornou um dos principais líderes da Revolução Francesa. Apesar de defender a revolução, Charlotte não apoiava os extremistas, como Marat. Em 1793, depois de algumas tentativas, ela conseguiu se encontrar com o jornalista e o matou com uma facada no peito. Capturada na cena do crime, Charlotte foi condenada à guilhotina. Dirigido por Henri Helman, o filme é estrelado pela atriz belga Émilie Dequenne, eleita Melhor Atriz no Festival de Cannes em seu filme de estreia Rosetta (1999), e indicada três vezes ao César; e pelo ator francês Bernard Blancan, eleito Melhor Ator no Festival de Cannes por Dias de Glória (Indigènes, 2006). |

