Entrevista com Brian Welsh

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Entrevista com Brian Welsh (Diretor)

Como você teve a ideia de fazer um filme sobre TEPT?
Eu tive alguma experiência pessoal direta de quem sofre de estresse pós-traumático e comecei a pesquisar esta condição tão debilitante. Fiquei muito surpreso ao ver a falta de um bom apoio para os soldados que voltam para casa e senti que isto era algo que precisava ser falado.  

Por que você decidiu fazê-lo a partir da perspectiva de um soldado do sexo feminino?
As mulheres estão se engajando na linha de frente dos combates pela primeira vez e eu queria considerar como isso deve ser, se é diferente para uma mulher sofrer de TEPT. O fato de estar perto de crianças é muitas vezes um gatilho para o aparecimento de sintomas de TEPT, sendo algo que eu senti a necessidade de investigar através dos olhos de uma protagonista feminina, uma mãe.

Durante o processo de pesquisa e na abordagem de autoridades militares, foi mais fácil obter ajuda oficial deles?
Nós trabalhamos muito de perto com a Combat Stress. Eles são uma caridade especificamente montada para lidar com o TEPT. Eles são muito valiosos.  

Em uma época repleta de filmes "vida após a guerra", o que você acha que é o ponto diferencial de Em Nosso Nome?
Acho que o fato de que nós estamos olhando para a "vida após a guerra" a partir da perspectiva feminina torna a história original. Geralmente estes tipos de histórias foram confinados a protagonistas masculinos.

Você esperava que o filme alcançasse o sucesso que teve (por exemplo, no Montreal Film Festival)?
Vencer o prêmio de Montreal foi muito bom e inesperado. Joanne Froggatt oferece uma representação central estonteante, e as pessoas respondem muito bem a ela.

Você está trabalhando em algum projeto de momento? Você pode nos dizer algo sobre eles?
Estou trabalhando em alguns projetos. Estou muito entusiasmado com uma peça teatral escocesa que estou adaptando com Kieran Hurley, chamada 'Beats'.

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