Entrevista com Genevieve O’Reilly

Genevieve O’Reilly

Entrevista com Genevieve O’Reilly

Para saber mais sobre a série O Tempo de Sua Vida, o Eurochannel perguntou à Genevieve O’ Reilly sobre sua motivação para fazer o papel de Kate, como foi trabalhar na série, e os planos futuros da estrela em ascensão.

Por que você decidiu aceitar o papel de Kate?

É uma ideia fascinante: acordar saudável após 18 anos num coma. Ser transportada a seu future sem qualquer conhecimento ou noção do que aconteceu durante sua ausência.  
E também o grande diretor David Blair e um elenco incrível, incluindo Geraldine James, Bob Pugh e Olivia Coleman.

Em sua preparação para o papel, você se inspirou em histórias reais de pessoas que recobraram consciência após anos em coma?

Muito. Infelizmente a maioria das histórias semelhantes passa por um processo extremamente difícil de reabilitação. Houve um caso de um homem que voltou do coma depois de 17 anos que foi impressionante. Na Europa Oriental, ele entrou em coma quando ainda existia a Cortina de Ferro, e quando ele saiu do coma em 2007, acordou para um mundo completamente diferente.   

Qual foi o maior desafio de representar uma mulher de 37 anos com a mente de uma de 18?

Eu simplesmente amei esse aspecto da Kate. A criança dentro de nós nunca está tão distante. Com a Kate eu tive muita liberdade de comportamento e de reações. Ela não tinha aprendido todas as convenções sociais esperadas de uma mulher de trinta e poucos anos. Ela ainda é uma criança em muitos aspectos. Adorei fazer esse papel.

Você poderia descrever a experiência de trabalhar com as pessoas envolvidas na série?

Foi muito divertido fazer essa série. Nós nos demos muito bem e continuamos assim. Ainda me sinto muito próxima da maioria das pessoas no elenco e nos falamos sempre.   

Você já trabalhou em Hollywood e no Reino Unido. Qual é a diferença de trabalhar para uma produção americana vs. uma britânica?

Não sei se é assim tão diferente. Quando as pessoas se apaixonam por um projeto e se entregam a ele para contar uma história da melhor forma possível, a nacionalidade não é importante. No final das contas somos todos contadores de histórias e queremos apenas divertir o público.  

Atualmente você está na Austrália, quais são seus projetos atuais e futuros?

Acabei de terminar uma temporada de “Birdsong” no West End em Londres, que foi puro prazer e um grande privilégio. Agora estou de férias com a família. Volto em breve para Londres e começo os ensaios para uma peça no National Theatre.