Entrevista com Mario Balsamo

Mario Balsamo

Mario Balsamo

Voltar ao Nós não somos como James Bond

Entrevista com Mario Balsamo

Quando foi que vocês decidiram fazer o filme?
Quando eu senti a necessidade de contar uma história. Nós não somos como James Bond respondeu à minha necessidade de falar sobre a doença que padecia. Eu pensei que era a única maneira de compreendê-la.

O que te inspira a fazer documentários?
Histórias com um ponto de viragem: um evento, uma situação, a erupção de um personagem quando a trama vira o rumo.

Qual foi sua reação quando Sir Sean Connery respondeu de modo evasivo?
Eu não creio que ele fosse evasivo. Eu acho que em sua voz, inesperadamente, houve uma ligeira empatia com a nossa história. Além disso, nenhum escritor poderia escrever um diálogo mais apropriado e significativo para o fim do nosso documentário. Com "Eu não posso ajudar, estou aqui por razões médicas"! Bond chegou em nossa história!

Você já tentou entrar em contato com ele novamente?
Sim, através de e-mails e chamadas. No final respondeu amigável, mas a sério: "Obrigado, mas eu não posso ser parte de seu filme."

Com os anos de experiência que você tem fazendo documentários, que conselho você daria para aqueles que estão começando?
Que tenham uma paixão, que façam possível a milagre de realizar um documentário. Em nosso pais faze-lo é muito difícil, então também lhes diria que devem estar dispostos a superar muitos obstáculos.

Quais são seus projetos futuros?
É a primeira vez na minha carreira que eu não estou trabalhando em um documentário. Agora estou escrevendo uma "comédia britânica", mordaz e irreverente, que fala da relação entre uma mãe e seu filho.

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