Entrevista com Mathieu Simonet

 

Entrevista com Mathieu Simonet (protagonista do filme)

Como você se preparou para esse papel?
Preparei-me da maneira mais fácil: a maioria das cenas é sobre emoções, nesta história de amor. Preparar-me não foi tão mecânico como o ambiente onde o personagem evoluiu, eu tive que trabalhar com o roteirista para encarnar o personagem.

O que o motivou a se envolver no filme?
O personagem em si e a história de amor incrível que a roteirista fez se inspirando na história de sua família. O cenário e a personalidade da diretora foram fatos importantes da minha tomada de decisão: neste caso, ambos eram perfeitos. Eu também tive a oportunidade de trabalhar com Gaëlle Bonna há seis anos, uma experiência que eu queria viver novamente.

Como você descreveria Anna e seus problemas de saúde?
A sua doença é o mais próximo de uma esquizofrenia. O ambiente em que os personagens evoluem não faz nenhum bem a ela.

Como uma mulher, mesmo sem a doença, pode se identificar com a personagem?
Hoje em dia, os problemas são basicamente os mesmos. No entanto, nós temos mais profissionais e guias, e a evolução no tratamento da saúde mental representa um papel importante na Psicologia.

Como foi a desempenhar um papel ambientado em 1917? Qual foi o impacto nos trajes e no cenário?
Anteriormente, eu tive a oportunidade de encarnar uma personagem de outra era. Eu gosto deste tipo de papéis, pois vestir trajes coloca você diretamente no papel.   

Você está trabalhando em algum projeto no momento? Você pode nos falar algo sobre ele?
Uma minissérie da França 2 – Le Chalet. dirigida por Camille Bordes – Resnais.

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