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Interview with Natasha Staples (Atriz) Como você entrou no projeto? Houve um processo de audiências, ou algo diferente? Eu lembro-me de andar pelo cais de Brighton depois, apenas tentando me acalmar, e tão consciente do quanto eu queria aquele papel. Quando ele me pôs no elenco, ele pediu minha ajuda para encontrar o «Jack» certo, a pesonagem de meu marido, para ter a certeza que tínhamos química na tela, então eu me encontrei fazendo audições para maridos potenciais, o que foi um pouco surreal. Como você se preparou para o papel de Louise? Conectados tem ingredientes de filmes de drama, comédia e paranormais, como você o descreveria? Conectados tem um equilíbrio muito cuidadoso de drama, romance e comédia. Eu o chamaria de um drama romântico - com partes engraçadas! Foi algo complicado de representar, e muitas vezes me encontrei no set me perguntando se eu tinha chegado perto do sentimento certo necessário para uma cena em particular. O Mike foi muito libertador, confiando enormemente no instinto de seus atores, o que foi uma das melhores coisas que já me aconteceu, profissionalmente. Mas isso não impediu as dúvidas, e embora toda a filmagem tenha sido uma alegria - outra vez, principalmente graças às qualidades de confiança, exploração e alegria que Mike trouxe ao seu set - eu tive uns episódios muito estranhos na minha cabeça. Mas no fim, como em todos os filmes, a nota certa é encontrada durante a edição, e penso que Mike e Lucas Tucknott conseguiram chegar lá. Existe alguma memória especial dos dias de filmagem que você se lembra ou valoriza? Eu tenho muitos momentos queridos das filmagens. Como foi um filme de baixo orçamento, não tivemos um caminhão de catering. A nossa sorte é que era uma bela primavera britânica, e nosso produtor, Jackie, fazia pique-niques no gramado para nós na maioria dos dias, e víamos os patos bambolearem no lago, fazíamos correntes de margaridas e gracejavamos com o Lucas, nosso brilhante cinematógrafo, dizendo a ele que não tinha sobrado nenhum queijo Port Salut. Minha memória favorita das filmagens de certeza foi do dia que filmamos a sequência de recapitulação do casamento - e eu vesti meu próprio vestido de casamento, que também foi o vestido de casamento da minha avó. A jovem atriz fazendo de minha filha, Imogen Gearing, tinha passado por cirurgia de coração aberto 18 meses antes das filmagens, e me lembro de dirigir para casa com ela e minha mãe depois de filmar naquele dia, com as janelas abertas e com a música bem alta. Imogen tinha nas mãos o buquê da noiva, que eu tinha lhe dado, e sorrindo; o meu coração quase explodiu de vê-la tão feliz. Pessoalmente, você acredita em fantasmas? Em relação a fantasmas; sim, eu acredito que existam. Minha mãe e eu estávamos conversando outro dia, e mencionando uma casa onde a minha irmã costumava viver, que tinha umas centenas de anos. Mamãe mencionou que ela uma vez foi visitar, e ficou no quarto de hóspedes do segundo andar, mas ela ficou lá apenas uns minutos, antes de correr pelas escadas abaixo e exigir ficar num quarto diferente. Eu fiquei espantada, porque eu tinha tido exatamente a mesma reação àquele quarto uns meses antes; uma sensação de que alguém estava respirando gelado na minha espinha... mas eu não tinha contado isso! Você está trabalhando em algum projeto como atriz neste momento? Você pode contar aos nossos telespectadores algo sobre isto? Eu estou escrevendo isso do camarim do meu mais recente compromisso; uma tour de teatro de cinco meses do triller brilhante de Frederick Knott, Dial M For Murder (Disque A para Assassinato). Dirigido por Lucy Bailey, é uma homenagem com muito estilo tanto para a peça original como para o conhecido filme de Alfred Hitchcock, estrelando Grace Kelly. Estamos correntemente em Edinburgh e iremos viajar pelo Reino Unido até o fim de junho. Eu também estou de momento filmando o episódio piloto do Picture Palace of Peril, uma web-serie sobre super-heroínas, na qual eu faço de líder da resistência, Kitty England. Eu não tenho super-poderes, mas eu chuto muitos traseiros num uniforme preto! Mas eu estou principalmente ansiosa com a minha mais recente colaboração com Mike Carter; seu próximo filme, Fraternity, um drama da II Guerra Mundial sobre dois irmãos com uma intensa rivalidade, que eventualmente tem consequências devastadoras para toda a família. Mike escreveu a parte de Sally, a menina que interfere entre os dois irmãos, para mim. O filme está em pós-produção e estará pronto para o circuito de festivais internacionais em meados de 2014. |



