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Mil e Uma Monica Vitti ( Direção: Daniela Piccioni e Sandro Lai Monica Vitti – loira, sensual e dona de uma bela voz rouca – tornou-se popular na Europa depois de atuar com seu diretor predileto, Michelangelo Antonioni, na trilogia A Aventura (L’Aventura, 1959), A Noite (La Notte, 1960) e O Eclipse (L’Eclisse, 1961). Trabalhou também com Luis Buñuel, no aclamado O Fantasma da Liberdade (Le Fantôme de la Liberté, 1974). Em 1989, estreou como diretora e roteirista, em Scandalo Segreto, no qual também atuou. Atriz, diretora, roteirista, não faltam elogios para defini-la: intensa, linda, sensual, eclética, inteligente, musa... Monica Vitti foi uma estrela completa da era de ouro do bom e clássico cinema italiano, que deve servir de exemplo para as novas gerações. Falar de Monica Vitti é como contar a história da evolução do cinema daquele país. Como mostra o documentário, ela foi uma atriz “física”, visceral, que se julgava e cobrava muito. Para ela, seus defeitos eram utilizados a favor de sua interpretação, sempre com o intuito de entregar performances únicas para seus diretores. |

