Os Reis da Espanha - Espanha

Os Reis da Espanha

Os Reis da Espanha

Kings of Spain

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Os Reis da Espanha
Espanha

Apresentação:

Quando perguntaram para Goethe o que achava dos espanhóis, ele disse: "Oh, sim, aquelas pessoas que queriam ser mais do que podiam ser." A história da Espanha está repleta de realizações incríveis, mas também de fracassos devastadores. Em Os Reis da Espanha, viajaremos no tempo para conhecer os reis do império mais poderoso do mundo.

Os Reis da Espanha é a primeira série documentário que revela a fascinante vida secreta dos 17 reis que governaram a Espanha desde sua unificação pelos Reis Católicos, no ano de 1492, até a chegada da Segunda República, em 1931.

A história da Espanha está composta de luzes e sombras, de subidas vertiginosas e descidas abissais. Os Reis da Espanha é a história de um império tão grande que o sol nunca se ocultava no seu território. Veja como a Espanha batalha pelo domínio da América, como luta por sua alma no meio de guerras em nome da religião, e mergulha nas profundezas da heresia com os mistérios da infame inquisição espanhola.

Tal como o filósofo espanhol Jorge Santaya dizia, "as pessoas que esquecem sua história estão condenadas a repeti-la". Esta série garante que você nunca vai esquecer.

Synopsis: 

Episódio 1

Esta primeira parte da coleção aborda a história da Espanha desde a unificação dos reinos da Península Ibérica pelos Reis Católicos, até o final da Dinastia Austríaca. Os austríacos, também conhecidos como a dinastia dos Habsburgo reinaram na Espanha durante os séculos XVI e XVII, desde o reconhecimento de Filipe I "o Belo" como consorte soberano de Castela no ano de 1506, até a morte sem sucessão de Carlos II "O enfeitiçado", no ano de 1700.

Durante esse período, a Coroa Espanhola se tornou o maior poder sobre a terra. Com os reinados de Carlos I e Filipe II, a Espanha alcançou sua grandeza com a adição de Portugal ao império crescente. Porém, sob os reinados de Filipe III, Filipe IV e Carlos II, o império espanhol logo começou sua longa decadência com a perda da hegemonia europeia e com uma crise econômica e social profunda.

Episodio 2

Este episódio explora a particular história de Joana a Louca e Filipe o Belo. Herdeira de um império que começava a se formar, ela era uma mulher bela, educada, inteligente e, aparentemente, talentosa também para a música. Joana de Aragão e Castela, a segunda filha dos Reis Católicos da Espanha, fez história com o cruel apelido que lhe deram: "louca de amor". O apelido foi lhe dado depois de atos antissociais como estar de luto por seu marido durante 19 anos.

Episodio 3

No final do século XV, a Europa experimentou um momento de mudança e de euforia. A França e a Inglaterra estavam começando a superar os estragos da Guerra dos Cem Anos que marcou as casas de York e Lancaster. A Itália começou a florescer em um movimento cultural que está além de comparação: o Renascimento. Enquanto isso, na Espanha, graças ao sucesso ressoante da campanha dos Reis Católicos contra o reino de Nasrida de Granada, a boa notícia veio do outro lado do Atlântico, a Espanha estava classificada entre as principais potências da Europa. Neste momento Carlos I se torna imperador.

Episodio 4

Em meados do século XVI, Carlos V unificou os territórios pertencentes às coroas de Castela e Aragão, juntando assim a totalidade da Espanha. Logo depois, anexou a Holanda aos territórios francês e austríaco. A era dos Astúrias estava começando. Em apenas um século, a Espanha passou da barbárie medieval a  potência mundial dominante.

Episodio 5

No dia 13 de setembro de 1598, Filipe II morreu aos 71 anos de idade em seu palácio, o Escorial. Por quase meio século, o filho de Carlos V governou o império mais poderoso e extenso do mundo. Ele deixou um legado de incerteza quanto surgiram dúvidas sobre a aptidão de seu herdeiro para governar. "Deus me deu muitos reinos, mas me negou um filho capaz de governá-los" disse o rei uma vez.

Episodio 6

No final do século XVI, Filipe III e seus subordinados se esforçaram para manter a Espanha fora dos conflitos europeus. Finalmente, as circunstâncias forçaram o império a se envolver na Guerra dos Trinta Anos. A participação espanhola na guerra esteve baseada, principalmente, na defesa do catolicismo na Europa Central e na  ajuda à Casa austríaca de Habsburgo para  enfrentar o rei francês Luís XIII e o Cardeal de Richelieu.

Episodio 7

Durante o século XVII, a política internacional e a bancarrota do Estado espanhol, sob o reinado de Filipe IV, deixou Castilla, o principal pilar da economia do país em desarranjo. O despovoamento, o colapso da agricultura e da indústria, a fome, e a desvalorização contínua da moeda paralisaram a economia e deixaram a Espanha em um clima de pessimismo e desespero.

Episodio 12

Na Europa do início do século XIX surgiu a figura de Napoleão Bonaparte. Nos planos expansionistas do Imperador da França, a Espanha jogou um papel importante: primeiro como o aliado principal para combater o crescente poder britânico e, segundo como um território para ser anexado. Para poder fazê-lo, Napoleão usou a figura de Manuel Godoy, o primeiro-ministro de Carlos IV, a quem traiu aproveitando sua cobiça e sua sede de poder, inventando um plano inteligente que lhe permitiria ter acesso à coroa espanhola. De acordo com a diplomacia dos outros territórios, a coroa espanhola foi reservada para um dos irmãos do Imperador, José Bonaparte.

Episodio 13

No final do século XVIII, o reinado de Carlos IV foi dominado pelo medo dos efeitos da Revolução Francesa sobre a Espanha. A fraqueza de caráter do rei, a força da rainha e o poder absoluto de Manuel Godoy, favorito do rei, tornaram possível pela primeira e única vez na história que um herdeiro do trono militasse e presidisse um partido. O partido liderado por Fernando VII tinha o propósito de debilitar o poder de Godoy, e foi a causa de dois movimentos que causaram sua queda: a conspiração de Escorial e a provocação da revolta em Aranjuez.

Episodio 14

Isabel II nasceu com o estigma de ser mulher que, para fins de herança, era uma barreira intransponível segundo a lei sálica, que, então, estava em vigor. No entanto, Fernando VII, usando as atribuições que emanavam de sua forma autoritária e absolutista de governo, revogou essa lei, abrindo o caminho ao trono para sua filha. Para o Infante Carlos Maria Isidro, irmão do rei e até então Príncipe das Astúrias, a remoção da lei foi inadmissível.  Com isso ele decidiu afirmar seu direito ao trono como só os espanhóis sabem fazer: usando as armas e enfrentando os partidários de Isabel, movimento que recebeu o nome de Guerras Carlistas, as quais aconteceram ao longo do século XIX. O reinado de Isabel II se tornou um dos períodos mais complexos e turbulentos do século XIX, caracterizado por processos profundos de mudança política.

Episodio 15

Em 1868, a Revolução Gloriosa havia triunfado, forçando Isabel II ao exílio em Paris. A partir de então, e por um período de seis anos na Espanha, Isabel II tentou criar um novo sistema de governo conhecido como o Sexênio Revolucionário, que levou os moderados ao poder. Eles defenderam a monarquia, e seu triunfo nas eleições obrigou o novo governo a iniciar a busca de um novo monarca: Amadeo I.

Episodio 16

A ilegalidade e a loucura do povo espanhol se tornaram sua política. Eles dissuadiram Amadeo, que preferiu trabalhar em assuntos simples a resolver os mais urgentes, retornando à sua Itália natal. Três anos de reinado tumultuoso perturbaram o bom Amadeo que cedeu seu lugar a Alfonso XII, o Pacificador.

Episodio 17

Alfonso XIII nasceu no dia 17 de maio de 1886 em Madri. Assim que nasceu, foi proclamado rei da Espanha, embora sua mãe, Maria Cristina, tivesse a regência até que o novo monarca chegasse à idade adulta. Alfonso XIII foi educado para se comportar como um rei soldado sob uma disciplina rígida e uma consciência liberal católica.

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