Três artistas da cena de música eletrônica para não se perder

Jean Michael JarreJean Michael Jarre

Três artistas da cena de música eletrônica para não se perder

Nos tempos modernos, é fácil perder-se dentro da massiva oferta de música que se oferece pelo rádio, televisão e internet. A diversificação dos gêneros tem aberto as portas dos meios de comunicação massivos para aqueles artistas que com um computador e alguns tornatables também queriam demonstrar que a música não tem que ser obrigatoriamente feita com instrumentos de corda, sopro e percussão. Esses são três artistas da cena de música eletrônica europeia que ninguém deveria dispensar.

Kraftwerk

Quando o mundo estava mergulhado no heavy metal e glam rock, em Düsseldorf (Alemanha), dois amigos estavam planejando algo totalmente revolucionário. Longe dos quartetos comuns com guitarra, baixo, piano e bateria, que eram populares nos anos 60, Florian Scheider e Ralf Hünter decidiram pelos sintetizadores, órgão elétricos, flautas, violinos elétricos e vozes geradas pelo computador. Considerados como os pioneiros da música eletrônica, lançaram seu primeiro álbum e 1970 sob o mesmo nome da banda, e, dois anos depois, sua segunda produção foi lançada com o nome Kraftwerk 2. Seu sucesso internacional chegou em meados dos anos 70, quando o selo Phonogram dos Estados Unidos distribuiu deus discos e realizaram uma turnê pelo país.



Jean Michel Jarre

Jean Michael Jarre podia ser definido como um ilusionista da música. Como pionero nos gêneros de electrônica, o ambient e a new age, elevou os sintetizadores a novos cumes de popularidade durante a década de 1970, enquanto erguia-se como um super star internacional conhecido pelo espetáculo de seus shows deslumbrantes. Entre seus mais famosos álbuns estão Oxygen y Equinoxe.

Francis Grasso

Francis Grasso foi um heroi no mundo dos DJs. Foi o primeiro DJ a aperfeiçoar a forma de cortar uma gravação e jogar com seu ritmo, com o objetivo de criar uma mistura ininterrupta. Mais importante ainda, ele foi o primeiro DJ a sobrepor dois discos juntos para manter um fluxo constante de música durante toda a noite fazendo coincidir os ritmos. Ainda que essas coisas pareçam simples hoje em dia, nos finais de 1960 essas técnicas eram bastante revolucionárias e serviram de base para quem as seguiu.

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Francis GrasoFrancis Grasso