Era uma Vez: Meu Tio - França
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Jacques Tati, um dos maiores comediantes da França Era uma Vez: Meu Tio (Il était une fois… Mon oncle, 2007) Diretor: Serge July, Marie Genin, Camile Clavel Apresentação: O que acontece nos bastidores de um filme? Como um Diretor trata as estrelas de cinema e os seus funcionários? Qual é o contexto social e político em que é feito um filme? Isso afeta o filme? Uma das melhores séries de documentário sobre os filmes chega ao Eurochannel para abordar estas e outras perguntas: Era uma Vez. Esta série documental de 30 capítulos pretende revelar todos os segredos e o ambiente envolvente de um filme de culto, seu diretor e a época que ele representa. Cada episódio desta série apresenta clipes dos filmes e entrevistas exclusivas com seus diretores, atores e historiadores de cinema, para fornecer uma visão holística de cada produção. Com um grande senso de estética e uma explicação detalhada de cada filme, foram incluídos filmes clássicos como Notorious de Alfred Hitchcock, Roma, Cidade Aberta de Roberto Rossellini, Tess de Roman Polanski, A Doce Vida de Federico Fellini, Os Guarda-Chuvas do Amor de Jacques Demy e muitos mais. Junte-se a nós numa viagem cinematográfica e descubra os segredos por trás de alguns dos seus filmes favoritos neste documentário excepcional. Sinopse: Jacques Tati filmou Meu Tio em 1958. Monsieur Hulot, a ‘relíquia de uma França passada’, viaja entre o velho e o novo mundo onde sua irmã e o marido dela, gerente de uma fábrica moderna, vivem. Ele ensina ao seu jovem sobrinho o sabor da liberdade. O filme recebeu galardões tanto em Cannes quanto Hollywood. O filme foi apresentado em Cannes ao mesmo tempo em que Pieds Noirs e o exército francês se mobilizaram para que a Argélia permanecesse francesa. Ele foi considerado um filme feito na verdadeira fronteira entre a Quarta e a Quinta República Francesa, na fronteira entre uma sociedade rural pós-guerra e a nova sociedade industrial em expansão, entre as velhas vizinhanças destinadas à demolição e as modernas cidades planejadas. Este o filme mais autobiográfico de Jacques Tati, e evoca sua infância e vida familiar. |


